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1) Suicídio é um direito, uma decisão pessoal.

Apesar de se tratar de uma boa questão filosófica, a maioria dos atos suicidas são decorrentes de doenças mentais, do isolamento e da vivência de desamparo. Portanto é necessário acolhimento e encaminhamento do suicida para uma situação de conforto e proteção.

2) A pessoa que pensa em suicídio quer chamar a atenção.

Preconceito ainda extremamente comum. Atos suicidas são atos de desespero, de desesperança, de certeza de que “não há um amanhã” e de que a vida não vale a pena.

3) Quem quer se matar não fica avisando.

Avisa sim. Suicidas geralmente mandam desde mensagens veladas até a fala mais direta sobre seus planos de autoextermínio.

4) Não se deve falar sobre isso porque transforma ideia em ato suicida.

Todas as pesquisas desta área indicam que a fala e a escuta apropriada aliviam o mal-estar e são capazes até de demover a impulsividade de quem quer cometer suicídio.

5) “A vida continua” para sobreviventes e familiares de suicidas.

A atmosfera psíquica que envolve o suicídio é de trauma, ou seja, de ruptura absoluta da continuidade de vida e de funcionamento habitual do psiquismo. Seja para os sobreviventes de suicídio ou para os mais próximos daqueles que cometeram suicídio. Portanto, a “vida não continua” facilmente. Este tempo deve ser respeitado, com o devido luto e amparo dos mais próximos e qualificados.