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Dados gerais sobre o suicídio

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800.000 pessoas cometem suicídio por ano no planeta.

SUICÍDIO: ato de um indivíduo determinado a alcançar a própria morte.

75% dos casos ocorrem em países de média e baixa renda.

Essa taxa pode estar subnotificada e certamente está em crescimento, já alcançando níveis pós-Segunda Guerra Mundial, ápice do século XX.

Atualmente, 14 entre 100.000 pessoas cometem suicídio por ano no mundo.

A cada 40 segundos uma pessoa se mata, e a cada 3 segundos uma pessoa comete suicídio: ato de um indivíduo determinado a alcançar a própria morte.

Segundo estimativas da OMS, para cada caso há pelo menos 20 tentativas malsucedidas.

Em geral, há mais tentativas entre as mulheres e mais “sucesso” entre os homens.

Dados estatísticos apontam para 97% de doença mental (que poderia ser tratável) nos que cometem suicídio.

Habitualmente, quem tenta ou comete suicídio comunica previamente, de alguma maneira, as suas intenções.

Os maiores riscos para suicídio são: tentativas anteriores e doenças mentais (depressão, transtorno bipolar, dependência química, transtornos de personalidade e esquizofrenia).

Uma maior atenção está focada em indivíduos que abusam de álcool e drogas sem características de patologia e situações de risco. Esses podem ser sinais indiretos de uma direção velada ao suicídio.

Indivíduos com Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) apresentam um crescimento significativo nas taxas mundiais de suicídio.

Na mesma linha, pessoas que passam por experiências de bullying, assédios de toda espécie e burnout (estresse no trabalho) entram no grupo com sinal de alerta vermelho para possíveis ideações suicidas.

Doenças clínicas com tendência à cronicidade também têm se mostrado como campo de risco para o suicídio, como portadores de HIV/AIDS, câncer e doenças degenerativas.

Condições sociais também podem predispor ao suicídio, entre elas isolamento social, desemprego, empobrecimento, dívidas e porte de armas de fogo.

O aumento de taxas de suicídio está “nas pontas” das curvas estatísticas, em jovens e idosos.

Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é a segunda maior causa de morte, perdendo apenas para acidentes de trânsito. O índice nessa faixa etária entre as mulheres é de 2,6 casos por 100 mil habitantes. Na população masculina, essa taxa sobe para 10,7.

Idosos têm patologias clínicas crônicas (diabetes, hipertensão arterial, patologias cardíacas e comprometimentos ortopédicos) mais controladas atualmente, mas isso não garante uma melhor qualidade de vida. O prolongamento da vida com a percepção da decadência amplia as taxas de suicídio no segmento dos idosos.  

A população LGBT+ é muito vulnerável por vivências de isolamento, estigma e falta de apoio familiar.

Indivíduos transexuais apresentam índices de suicídio preocupantes. Apesar de uma atenção maior da saúde a esse segmento, trata-se de uma população com forte tendência ao sofrimento pelo preconceito e isolamento.